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Aparelho ortodôntico fixo em acompanhamento

Aparelho ortodôntico em Andirá, crianças, adolescentes e adultos

Alinhar os dentes é consequência; o objetivo é a mordida funcionar. Aparelho fixo, móvel e ortopedia facial, com acompanhamento de especialista.

Dente torto quase nunca é só um problema estético. Mordida desalinhada sobrecarrega articulação, desgasta dente e dificulta a limpeza, e é isso que a ortodontia resolve.

Nunca é tarde para tratar: adulto faz ortodontia, e cada vez mais. O que muda é o planejamento, que precisa considerar restaurações, gengiva e ausências dentárias que já existem.

Em criança, a ortopedia facial aproveita a fase de crescimento para corrigir a base óssea, o que pode encurtar (ou evitar) o tratamento ortodôntico mais tarde.

O que esperar

Avaliação e exames

Na primeira consulta o dentista examina a mordida, os dentes e o crescimento da face, e costuma pedir radiografias, fotos e moldagens para entender a causa do desalinhamento.

Plano de tratamento

Com o diagnóstico pronto, ele apresenta as opções de aparelho fixo, móvel ou ortopédico, explica o que cada um faz e quantos retornos o caso deve exigir.

Instalação e ajustes

A colocação do aparelho não exige anestesia. Depois vêm retornos regulares para ajuste, e é comum sentir pressão ou incômodo nos primeiros dias após cada ativação.

Contenção após o aparelho

Retirado o aparelho, começa a fase de contenção, fixa ou removível. Ela segura os dentes na posição nova, porque sem contenção existe tendência de recidiva.

O que está incluído

  • Aparelho fixo metálico e estético
  • Aparelho móvel
  • Ortopedia facial infantil
  • Manutenção e contenção

Perguntas sobre ortodontia e ortopedia facial

A Associação Americana de Ortodontia recomenda uma primeira avaliação por volta dos sete anos, quando a criança já tem os primeiros dentes permanentes junto com os de leite. Isso não significa colocar aparelho nessa idade. Serve para acompanhar o crescimento dos ossos e agir cedo se algo estiver fora do lugar.

Varia muito conforme o caso. Revisões de estudos apontam média em torno de vinte meses, com casos indo de pouco mais de um ano a quase três. Estudos que compararam adultos e adolescentes não encontraram diferença no tempo total de tratamento com aparelho fixo. Só o exame e o plano dizem o tempo do seu caso.

A instalação em si não dói. O que incomoda é a pressão nos primeiros dias depois de colocar e depois de cada ajuste, e costuma passar sozinha. Comidas macias ajudam nesse período. Se a dor for forte ou não passar, avise o dentista.

Antes de fazer, atenção. Cárie e gengiva inflamada precisam ser tratadas antes de instalar o aparelho. Durante o tratamento, a higiene é o que evita mancha branca no esmalte ao redor dos braquetes, e por isso as consultas de limpeza continuam. Uma parte dos pacientes tem algum encurtamento da raiz ao longo do tratamento, quase sempre pequeno e sem consequência, acompanhado por radiografia. Depois que o aparelho sai, a contenção costuma ser de uso prolongado, e em alguns casos é para sempre.

Cada caso é avaliado individualmente. Os resultados variam conforme o diagnóstico, a saúde bucal e a adesão ao tratamento, por isso o plano só é definido depois da consulta de avaliação. Responsável técnico: Jean Rodrigo dos Santos, CRO-PR 18633.

Outros tratamentos

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É o mais comum. Traga a dúvida na mensagem, inclusive se ela for sobre medo ou sobre quanto custa: a avaliação existe para responder isso antes de qualquer procedimento.

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